sábado, 8 de novembro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Outubro Rosa
02/10/2014 18:57
Outubro Rosa: Ibirapuera recebe roda-gigante
Ação faz parte de medidas para alertar população sobre câncer de mama e orientar exames de prevenção
Um dos cartões postais de SP recebe ações para mobilização contra câncer de mama / Divulgação
Por: Diário SP Online
O mês mal começou e o rosa já está se espalhando pela cidade, dando início à campanha Outubro Rosa, com o intuito de mobilizar a população sobre a importância da prevenção contra o câncer de mama. Entre os dias 3 e 12, o Parque Ibirapuera receberá, não apenas uma programação especial, mas também uma roda-gigante cor-de-rosa.
A atração intitulada "Giro pela Vida" subjetiva os altos e baixos que a mulher enfrenta ao combater a doença. Para dar uma voltinha no brinquedo, os visitantes devem reservar uns minutos do passeio para receberem mais informações sobre o câncer de mama e os exames de prevenção, que são importantes para descobrir com antecedência possíveis sintomas.
Além do brinquedo, outras ações também foram promovidas pelo Instituto Avon. Um carreta do Hospital Câncer de Barretos estará estacionado à espera de mulheres com 40 anos ou mais interessadas em realizar o exame de mamografia gratuito, isso por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Parque/ Outra novidade que rolará no parque durante o mês todo é que aos sábados e domingos de outubro, às 20h e às 20h30, o espetáculo das águas, na fonte do Parque Ibirapuera, terá o foco no rosa, em homenagem à campanha.
Os Temas Transversais na Escola Básica
Os temas transversais são constituídos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's) e compreendem seis áreas: Ética (Respeito Mútuo, Justiça, Diálogo, Solidariedade), Orientação Sexual (Corpo: Matriz da sexualidade, relações de gênero, prevenções das doenças sexualmente Transmissíveis) , Meio Ambiente (Os ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental) , Saúde (autocuidado, vida coletiva), Pluralidade Cultural (Pluralidade Cultural e a Vida das Crianças no Brasil, constituição da pluralidade cultural no Brasil, o Ser Humano como agente social e produtor de cultura, Pluralidade Cultural e Cidadania) e Trabalho e Consumo (Relações de Trabalho; Trabalho, Consumo, Meio Ambiente e Saúde; Consumo, Meios de Comunicação de Massas, Publicidade e Vendas; Direitos Humanos, Cidadania). Podemos também trabalhar temas locais como: Trabalho , Orientação para o Trânsito, etc.
Os temas transversais expressam conceitos e valores básicos à democracia e à cidadania e obedecem a questões importantes e urgentes para a sociedade contemporânea. A ética, o meio ambiente, a saúde, o trabalho e o consumo, a orientação sexual e a pluralidade cultural não são disciplinas autônomas, mas temas que permeiam todas as áreas do conhecimento, eestão sendo intensamente vividos pela sociedade, pelas comunidades, pelas famílias, pelos alunos e educadores em seu cotidiano.
Os Temas Transversais caracterizam-se por um conjunto de assuntos que aparecem transversalizados em áreas determinadas do currículo, que se constituem na necessidade de um trabalho mais significativo e expressivo de temáticas sociais na escola.Alguns critérios utilizados para a sua constituição se relacionam à urgência social ,a abrangência nacional, à possibilidade de ensino e aprendizagem na Educação Básica e no favorecimento à compreensão do ensino/aprendizagem, assim como da realidade e da participação social. São temas que envolvem um aprender sobre a realidade, na realidade e da realidade, preocupando-se também em interferir na realidade para transformá-la.
Os Temas Transversais caracterizam-se por um conjunto de assuntos que aparecem transversalizados em áreas determinadas do currículo, que se constituem na necessidade de um trabalho mais significativo e expressivo de temáticas sociais na escola.Alguns critérios utilizados para a sua constituição se relacionam à urgência social ,a abrangência nacional, à possibilidade de ensino e aprendizagem na Educação Básica e no favorecimento à compreensão do ensino/aprendizagem, assim como da realidade e da participação social. São temas que envolvem um aprender sobre a realidade, na realidade e da realidade, preocupando-se também em interferir na realidade para transformá-la.
Os temas transversais atuam como eixo unificador, em torno do qual organizam-se as disciplinas, devendo ser trabalhados de modo coordenado e não como um assunto descontextualizado nas aulas. O que importa é que os alunos possam construir significados e conferir sentido àquilo que aprendem. Quando enfocamos o tema transversal Trabalho e Consumo, poderemos enfatizar a informação das relações de trabalho em várias épocas e a sua dimensão histórica, assim como comparar diversas modalidades de trabalho, como o comunitário, a escravidão, a exploração, o trabalho livre, o assalariado. Poderemos também analisar a influência da publicidade na vida das pessoas, enfocando a Industria Cultural. Refletir como a propaganda dissemina atitudes de vida, padrões de beleza e condutas que manifestam valores e expectativas. Analisar criticamente o anseio de consumo e a autêntica necessidade de adquirir produtos e serviços.
O papel da escola ao trabalhar Temas transversais é facilitar, fomentar e integrar as ações de modo contextualizado, através da interdisciplinaridade e transversalidade, buscando não fragmentar em blocos rígidos os conhecimentos, para que a Educação realmente constitua o meio de transformação social.
Referências: PCN
Amélia Hamze
Profª FEB/CETEC
FISO/ISEB-Barretos
ahamze@uol.com.br
Referências: PCN
Amélia Hamze
Profª FEB/CETEC
FISO/ISEB-Barretos
ahamze@uol.com.br
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Saúde
Fica evidente as informações sobre os sucos detox que ajudam na desintoxicação do organismo e na prevenção da celulite e outros problemas de pele purificam o sangue. Tratamento natural gastando pouco
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Prevenção
Aneurisma cerebral: prevenção garante qualidade de vida
O cérebro é a estrutura mais complexa do corpo humano. Para alimentar esse órgão, circulam aproximadamente 750 ml de sangue por minuto em milhares de microvasos. É como se fossem várias mangueiras destinadas a regar um jardim. Enquanto elas estão com boa estrutura, o jardim recebe o nutriente necessário e da forma correta.
Essa metáfora remete a um problema que atinge cerca de 5% da população mundial: o aneurisma cerebral. Trata-se de uma dilatação anormal localizada em determinado ponto dos vasos sanguíneos, que em algum momento pode estourar, causando hemorragia e, consequentemente, sequelas como comprometimento vascular e lesões cerebrais. Entretanto, a maioria dos que têm o problema passa a vida toda sem qualquer uma dessas manifestações. O maior risco é de hemorragia, que atinge 20 pessoas, a cada 100 mil, por ano.
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“A pessoa nasce com uma fragilidade em pontos localizados na parede da artéria. Ao longo da vida, com a passagem de sangue naquela região, ocorre a dilatação”, explica o dr. Alexandre Pieri, neurologista e gerente médico do Programa Einstein de Neurologia do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Cérebro em risco
Embora o sangramento dure apenas alguns segundos, há aumento da pressão intracraniana, danificando eventualmente as células da região. Mas, se a pressão for muito elevada, o oxigênio e a circulação sanguínea são interrompidos, o que leva à perda da consciência.
Entre as complicações decorrentes da ruptura do aneurisma estão:
- Vasoespasmo – os vasos sanguíneos no cérebro podem se expandir e se estreitar de forma irregular, causando espasmos. Isso limita o fluxo de sangue para as células cerebrais, danificando-as.
- Hidrocefalia - se o rompimento resultar em hemorragia no espaço entre o cérebro e o tecido que o circunda, o sangue pode bloquear a circulação do fluido que irriga o cérebro e a medula – chamado de líquido cefalorraquidiano. Essa condição pode resultar em hidrocefalia (um excesso de líquido que aumenta a pressão sobre o cérebro e pode danificar os tecidos).
Caminhos para o tratamento
Há uma máxima na área médica que afirma: aneurisma encontrado, aneurisma operado. Para o dr. Pieri, a postura vem mudando ao longo dos anos. “A melhor maneira de tratar é levar em conta três fatores: o paciente certo, no momento certo, com o tratamento certo”, afirma.
Isso significa que cada caso deve ser analisado para, então, ser tomada a decisão sobre a intervenção a ser feita: microcirurgia ou técnica endovascular. Esses são os dois caminhos possíveis, pois ainda não há medicamentos capazes de tratar o problema, apenas as complicações decorrentes de uma ruptura.
Os dois tratamentos consistem em obstruir a circulação de sangue no aneurisma, mas cada um tem suas particularidades:
- Microcirurgia – por meio da abertura do cérebro, coloca-se um clipe metálico na base do aneurisma. Esse é o tratamento clássico e o mais utilizado no país.
- Técnica endovascular – um microcateter segue da virilha até o cérebro e é posicionado no interior do aneurisma. Através dele são implantadas microespirais de platina, para preenchê-lo.
Inicialmente, esse tratamento se restringia a pacientes com lesões graves e que não podiam ser operados. O desenvolvimento da técnica permitiu sua expansão para outros casos. “A vantagem é poder tratar o paciente assim que se faz o diagnóstico, o que evita novos sangramentos e permite melhor cuidado do paciente com vasoespasmo”, explica o dr. Mário Andrioli, neurorradiologista intervencionista do Einstein.
Detecção precoce
A recuperação é muito melhor, com volta à normalidade na maioria dos pacientes tratados preventivamente
Muitas vezes o paciente descobre a lesão em meio ao tratamento de outra disfunção, ou até em um checkup. “O risco de sangramento varia de 0,2% a 3% ao ano, mas é cumulativo com o passar do tempo. Então, quanto mais jovem a pessoa, maior o risco de sofrer uma ruptura com o avançar da idade”, explica o dr. Reynaldo Brandt, neurocirurgião do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Portanto, uma vez diagnosticado um aneurisma cujo tamanho leve a risco de rompimento - e se a idade e as condições de saúde permitirem - é indicado tratamento preventivo, a fim de evitar sangramento. “A recuperação é muito melhor, com volta à normalidade na maioria dos pacientes tratados preventivamente. Naqueles que sofreram uma hemorragia, o grau de recuperação varia muito, de acordo com a gravidade e com as consequências”, explica o dr. Brandt.
Referências Bibliográficas:
Publicada em dezembro/2009
Cabeça explodindo !
Enxaqueca é uma dor latejante que
atinge mais ou só um lado da cabeça
Bem Estar desta quarta (5) explicou como diferenciar enxaqueca e cefaleia.
Programa também deu dicas de como agir em caso de crise de epilepsia.
Do G1, em São Paulo
10 comentários
Você costuma sentir dor de cabeça? A dor envolve toda a cabeça ou apenas um lado? O Bem Estar desta quarta-feira (5) recebeu a otorrinolaringologista Tanit Sanchez e o neurologista Luís Otávio Caboclo para explicar a diferença entre uma simples dor, a cefaleia, e a enxaqueca.
Segundo o neurologista, a dor de cabeça comum acontece quando há uma sensação de peso na cabeça inteira, sendo mais comum no fim da tarde, a chamada cefaleia tensional. Essa dor geralmente passa com o uso de analgésicos, ao contrário da enxaqueca, que pode não melhorar com esses medicamentos e exigir o uso de anti-inflamatórios ou remédios específicos.
O médico explicou que a enxaqueca é um tipo de cefaleia que atinge apenas um lado da cabeça ou é mais forte apenas de um lado da cabeça, sendo uma dor pulsante e latejante. Além disso, a enxaqueca pode vir associada a outros sintomas e a pessoa pode sentir ainda um incômodo com luzes, barulhos ou cheiros fortes. A otorrinolaringologista Tanit Sanchez explica ainda que há casos de pacientes que têm uma sensibilidade maior a cheiros, como perfumes, por exemplo. Ou seja, ao sentir um odor mais forte, essas pessoas já podem ter uma dor de cabeça mais forte.
A enxaqueca pode vir acompanhada também de aura, um fenômeno neurológico que precede a dor e pode durar de 4 a 30 minutos. A mais comum é a visual, quando a pessoa enxerga luzes piscando, mas podem ocorrer ainda a sensitiva (formigamento de um lado do corpo), a motora (dificuldade de fala) e a com hemiparesia (paralisa um lado do corpo, semelhante ao AVC), como explicou o neurologista Luís Otávio Caboclo. Nesses casos, o paciente já sabe que vai ter dor de cabeça por causa da aura e, por isso, toma o medicamento na hora certa, evitando o surgimento do problema.
No entanto, se a enxaqueca for crônica, é preciso fazer um tratamento de prevenção da dor.
Na maioria das vezes, são usados remédios analgésicos ou anti-inflamatórios, mas se a enxaqueca for muito frequente, é melhor procurar um médico já que o uso excessivo de medicamentos pode levar a uma dor rebote, que ocorre logo após o efeito do remédio e é mais intensa.
De acordo com o neurologista, existem ainda medidas não farmacológicas que podem ajudar no alívio da dor, como exercício físico e atividades relaxantes, como massagem, ioga e ofurô, por exemplo (veja mais dicas no vídeo acima, exclusivo para a web).
Referências Bibliográficas:
05/03/2014 10h38 - Atualizado em 05/03/2014 14h29
Dor de ouvido?
Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
A otite externa é uma infecção da região da orelha externa, revestida por pele e constituída pelo pavilhão auricular e o conduto auditivo externo que termina numa membrana chamada tímpano. Sua função é localizar a fonte sonora, amplificá-la e levá-la até a segunda região, a orelha média, onde se localiza a tuba auditiva, ou trompa de Eustáquio, que estabelece ligação com o nariz. Na orelha média, o som é amplificado mais ainda, até atingir a orelha interna formada pela cóclea e os canais semicirculares (ou labirinto). Infecção na orelha média é chamada de otite média.
Causa
A otite média aguda é uma infecção por bactérias e vírus que provoca inflamação e/ou obstruções. Se não for tratada pode levar à perda total da audição. Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias. É um tipo de otite comum em crianças, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.
Sintomas
Os principais sintomas são: dor muito forte, diminuição da audição, febre, falta de apetite, secreção local. Nos casos mais graves, pode ocorrer a ruptura da membrana do tímpano e ser eliminada uma secreção purulenta misturada com sangue.
Diagnóstico
O diagnóstico se baseia no levantamento dos sintomas e no exame do ouvido com aparelhos específicos como o otoscópio e o microscópio.
Vacinas
Vacinas contra o Haemophilus influenzae e o Streptococcus pneumoniae protegem as crianças de uma série de infecções menores, entre elas a otite média e a amidalite. Especialmente a vacina contra o pneumococo, consegue reduzir a incidência de otite em 6% ou 7% da população infantil.
Tratamento
O tratamento requer o uso de antibióticos e analgésicos. Em dois ou três dias, a febre desaparece, mas a audição pode exigir mais tempo para voltar ao normal. Quando a perda auditiva não regride, o indicado é investigar se há sinais de secreção retida atrás da orelha média. Caso existam, ela deve ser retirada cirurgicamente através de uma pequena incisão no tímpano.
Recomendações
* Procure atendimento médico sempre que você e/ou seu filho/a tiverem dor de ouvido. O diagnóstico precoce é a única forma de prevenir complicações ;
* Não se automedique nem siga sugestões de conhecidos para aliviar a dor de ouvido;
* Proteja o ouvido contra a entrada de água quando mergulha ou nada;
* Evite o uso de cotonetes que podem retirar a cera protetora do ouvido ou machucá-lo;
* Limpe, com frequência, as secreções nasais provocadas por gripes e resfriados, a fim de evitar que o catarro se acumule no nariz e na garganta. Essa recomendação vale especialmente para em bebês e crianças pequenas;
* Não amamente seu bebê deitado. Essa posição favorece a entrada de líquidos na tuba auditiva;
* Vacine seu filho contra a gripe, o Haemophilus influenzae e o Streptococcus pneumoniae .
Referências Bibliográficas:
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